Quinta-feira, 31.07.08

Estava em casa da minha irmã, olhando displicentemente para o noticiário enquanto esperávamos a companhia para o jantar, quando ouvi as inacreditáveis palavras da juíza Ana Gabriela Freitas que me fizeram, entre outras coisas, abrir a boca de espanto. Preparava-me para qualificar as mesmas agora mas acabei de descobrir que outros, mais lestos que eu, já o tinham feito e muito bem. O Rui Bebiano e o Daniel Oliveira são uns desses outros.

 

* palavras tornadas blogosfericamente célebres por Pacheco Pereira mas que se devem a Sá de Miranda

 

Glosando o tema recomenda-se passeio netístico que pode ser iniciado na página Untermensch da Wikipedia

 

 

Actualização: aparentemente as notícias sobre as declarações da juíza no caso em questão não corresponderão inteiramente à verdade (""Anula-se a notícia com o título "Juíza de Felgueiras diz que ciganos são 'marginais e traiçoeiros'" (8103044), de 30 de Julho de 2008, por o seu conteúdo não corresponder inteiramente aos factos narrados no acórdão".). A ser assim é grave, muito grave,  para o jornalismo português. Já agora se alguém arranjar forma de ter acesso ao acórdão a "malta" agradecia.




57 comentários:
De Ángel Sánchez Seoane a 31 de Julho de 2008 às 11:22

. . .dou por suposto que o Conselho Superior da Magistratura já abriu expediente por falta grave á magistrada Freitas. Espero!


De Shyznogud a 31 de Julho de 2008 às 11:33
Eu gostava de ter essa certeza, Ángel, infelizmente não estou certa que tal tenha acontecido.


De Ángel Sánchez Seoane a 31 de Julho de 2008 às 11:41

. . .se não actua de oficio terá que o fazer a petição de parte, não é?


De Shyznogud a 31 de Julho de 2008 às 11:44
é uma hipótese, de facto.


De Ángel Sánchez Seoane a 31 de Julho de 2008 às 11:53

. . são os cidadãos os que tem a obriga de exigir dos poderes públicos que cumpram a sua de fazer que se cumpram as leis


De Shyznogud a 31 de Julho de 2008 às 12:02
Isto leva-nos para a inevitável discussão da forma como em Portugal se menospreza o exercer dos direitos /deveres de cidadania.


De Ángel Sánchez Seoane a 31 de Julho de 2008 às 12:10

. . .acaso á intrépida Shyznoguz desalenta-a ó menosprezo no ejercicio dos seus direitos /deveres de cidadania ?


De Shyznogud a 31 de Julho de 2008 às 12:15
Sou pouco dada ao desalento mas a irritações, ui, isso é o pão-nosso-de-cada-dia.


De Ángel Sánchez Seoane a 31 de Julho de 2008 às 12:20

. . .a irritação é um dos melhores motores para ó exercício dos direitos de cidadania, não deixe de irritar-se !


De FuckItAll a 31 de Julho de 2008 às 13:04
A irritação é um grande motor na vida, em geral.


De FuckItAll a 31 de Julho de 2008 às 13:04
Por cá? Por cá funciona tudo no pressuposto de que os cidadãos não defenderão os seus direitos. Era lindo, se um dia acordássemos todos de manhã e o fizéssemos, em todas as pequenas coisas em que nos lixam no quotidiano. Parava o país, ficavam os camionistas envergonhados.


De Ángel Sánchez Seoane a 31 de Julho de 2008 às 13:24

. . saludos á FuckItAll ! . .nas sociedades abertas ou que pretendem selo, os cidadãos tem a oportunidade de se organizarem para melhor exigir dos poderes públicos o cumprimento da sua obriga de fazer cumprir a Lei . No caso da magistrada racista, a través das associações anti-racistas ou mesmo ciganas poderiam exigir do Conselho Superior da Magistratura a abertura de expediente por falta grave á citada magistrada. Dou por suposto que asím será!


De FuckItAll a 31 de Julho de 2008 às 13:33
Também espero que sim, Ángel, e neste caso estou convencida disso, porque há como dizes associações pré-existentes com acção neste tema (quer no racismo/xenofobia em geral, quer nas questões que envolvem a "comunidade cigana"). E também porque esta história é grave, por ser um texto oficial de um tribunal.

Eu falava dos portugueses em geral e da nossa falta de hábito de fazer valer os direitos que temos, das pequenas às grandes coisas.


De Ángel Sánchez Seoane a 31 de Julho de 2008 às 13:52

. . . cara FuckItAll : os portugueses em geral não se sabe o que são , como não se sabe o que são os ciganos em geral ou os espanhóis em geral. Há cidadãos portugueses, de origem ou não cigano, etc. que as vezes são duma maneira e as outras doutra, o importante é que cada vez seja maior o numero dos que, seja por irritação ou no , fã valer os seus direitos. I'm going to lunch , pleasure to meet you . See you later !


De FuckItAll a 31 de Julho de 2008 às 13:59
De acordo (claro que estava a generalizar, mas não é generalização muito injusta).
Hasta!, bom almoço.


De carlos a 1 de Agosto de 2008 às 15:35
E eu espero bem que não o façam!
Porque se as palavras da Sra. podem conferir algum tipo de ilegalidade, àquilo que elas se referiram é com toda a certeza uma ilegalidade ainda maior. Ilegalidade ignorada todos os dias, por conivencia ou cobardia, por todos queles agentes que a deveriam sanar.


De cristã a 31 de Julho de 2008 às 13:41
Pois eu reivindico e em todo o lado. Corro o sector público e privado. Há uns anos, era um bocadito arriscado. Ultimamente, noto que os visados nem sequer argumentam muito (verdadeiramente malcriados são os donos dos cãezinhos que não só acham que a rua é do bicho e, portanto, nada de trela, como não apanham o lixo que os animais lá fazem) e, com bastante frequência, pedem até muita desculpa.


ps - Eu só começo lá para depois de almoço. Imagino se fosse como tu dizes - logo pela manhã e a multiplicar por todos.


De FuckItAll a 31 de Julho de 2008 às 13:47
Não era lindo? Devia organizar-se um Dia Nacional dos Direitos, em que combinássemos estar todos com atenção e paciência. Não servia de nada mas ia ser divertido - o que é mais do que se pode dizer da maior parte dos "dias de...".

Quanto a tu protestares: eu também refilo mais que a maioria das pessoas, mas mesmo assim acho que o faço muito menos vezes do que devia. Mas concordo que, nisso, vocês aí para cima são os mais espanhóis de nós todos (não preciso de dizer que isto é um elogio).


De cristã a 31 de Julho de 2008 às 14:16
"Vocês aí para cima"???


De FuckItAll a 31 de Julho de 2008 às 14:25
aaaaaaaargh, sorry, não sei porquê achei que estava a falar com a mazinha. Ou melhor, sei porquê, sim: porque a conversa era refilice, e nisso a mazinha reforça os meus preconceitos quanto a pessoal dos nortes; e porque falaste em cães e donos de cães, um assunto que também é dela.


De Mazinha a 31 de Julho de 2008 às 15:12
Tomar o todo pela parte é grave em qualquer situação e ainda mais num texto produzido por uma juíza, isso nem se discute.

Agora, correndo o risco de ser considerada xenófoba:
quando fui assaltada por ciganos, apresentei queixa, identifiquei os fulanos e tudo o mais. Viviam numa pensão paga pela seg. social a uns 200 metros da minha loja e ainda tinham rendimento mínimo. Roubaram-me mercadoria no valor de +/- 600 €, que venderam na feira de Custóias, nas barbas da polícia. O seguro não me pagou um tostão porque como a loja estava aberta e não enfrentei fisicamente os senhores, foi quase considerado um "furto consentido".
De modos que pago impostos para lhes pagar os rendimentos mínimos e ainda fiquei totalmente desprotegida (ir a uma esquadra identificar ciganos com as famílias à porta a fazer ameaças não é coisa fácil) e ainda fiquei com o prejuízo.

São todos assim? Não, não são, tenho 2 ou 3 clientes ciganas absolutamente impecáveis. Mas em 80 % dos casos, sempre que entram na loja, sei que vou ficar sem alguma coisa.
A questão é que me recuso a fazer pré-juízos e atendo-os correctamente, logo, só depois depois de saírem da loja dou conta das faltas.
E isto não é preconceito, é realidade.

A juíza errou, é certo, ao englobar toda a comunidade na sentença de uns quantos.

Agora... quem convive de perto com estas comunidades, tb perde facilmente a paciência, acreditem.


De FuckItAll a 31 de Julho de 2008 às 15:18
Acredito. E tu, no teu blog ou onde quiseres, podes ter as opiniões que quiseres. Uma juíza, representando a lei e o Estado português, não pode. Ponto.


De Mazinha a 31 de Julho de 2008 às 15:33
Por acaso chateia-me ser roubada, ainda por cima porque sou tesa e embates destes custam-me muito a recuperar. Sentir-me encurralada fisicamente na minha própria loja, tb não tem piada nenhuma.

O caso do seguro foi do melhor: como os gajos não me bateram nem partiram nada na loja (como se eu fosse doida ao ponto de enfrentar fisicamente um gajo com mais uns 25 cms e uns 30 kilos mais que eu, seja ela cigano, branco ou até mesmo às pintinhas!), não tive direto a receber nada!
E ainda tive os ciganos várias vezes sentados à porta à minha espera. O politicamente correcto sai sempre a perder face à possibilidade dumas lambadas, essa é q é essa!
Mas tb devo dizer que foram muito educados: elogiaram a decoração da loja e a qualidade das peças.


De FuckItAll a 31 de Julho de 2008 às 15:42
Então, no fundo também estão no ramo, conhecem o negócio, sabem o que estão a ver (já que estamos a trocar estereótipos)


De FuckItAll a 31 de Julho de 2008 às 15:44
Esclarece-me: se não houve estragos, não é assalto, mas não é crime de furto na mesma? Ou furto já o seguro não cobre?


De cristã a 31 de Julho de 2008 às 15:19
Eu começava logo por prender sumariamente os gajos dos seguros ( aí está uma área que me conhece muito bem a minha voz, digamos, alterada)


De cristã a 31 de Julho de 2008 às 15:23
furto consentido? sim senhora!


De FuckItAll a 31 de Julho de 2008 às 15:34
Agora calhava aqui a história da minha avó, que apanhou um moço empreendedor na cozinha dela logo de manhã, lhe perguntou calmamente o que estava ele a fazer lá e depois ficou a vê-lo gaguejar e voltar a descer pelos canos por onde tinha trepado. Quando toda a gente lhe perguntou porque é que não tinha chamado alguém dos vizinhos, porteiros, etc, ela explicou que depois ainda chamavam a polícia e o rapaz ia preso. Isto, meus amigos, é escola do reviralho: gente decente não mete a polícia nos assuntos das pessoas.


De Mazinha a 31 de Julho de 2008 às 15:52
Eu já bati num "jóben" com um... soutien! Persegui-o loja fora à "soutianada" e obriguei-o a devolver os dez eurecos Cá pra mim, teve medo que eu lhe enfiasse umas cuecas pela cabeça abaixo.

A gente ao terceiro ou quarto roubo começa a perder a paciência, carago!


De Mazinha a 31 de Julho de 2008 às 15:47
Recomendação de um polícia: "ó minha senhora, para a próxima parta um vidro, espalhe umas coisas pelo chão e tire fotos, que estes sacanas dos seguros só assim é que pagam".

Portanto, pago seguros que n me seguram, impostos para um estado q n me protege e ainda arquiva um caso "por falta de provas". E o "duo maravilha" lá continuou calmamente a roubar na Constituição (a rua, carago, a rua!) e arredores.
O que valia é q o arrumador topava-os e nos avisava. E sempre levava um eurito "pra sopa, sinhora".


De Mazinha a 31 de Julho de 2008 às 15:15
Por falar nisso: tenho de te enviar a foto da Laica, garbosa namorada do Diogo. Já tiveram nove filhos, todos eles adoptados por gente decente, ciente que lhes posso tirar os animais a qq momento


De FuckItAll a 31 de Julho de 2008 às 15:22
rsss, manda, a minha criatura vai adorar. O tema da semana são "maridos" (cada vez sou mais a favor do ensino em casa, a outra é que tinha razão, isto de deixá-los ter contacto com outras crianças é péssimo). A pergunta-tipo é "como se chama o marido da tartaruga?"


De li a 31 de Julho de 2008 às 14:17
A juiza teve a coragem de dizer o que a maioria dos portugueses pensa.
Não disse nenhuma mentira.
Agora... coitadinhos dos "cigatitos"
Deixem-se de hipocrisias todos.


De FuckItAll a 31 de Julho de 2008 às 14:23
Vai desculpar-nos por termos a hipocrisia de pensar de maneira diferente da sua (e, por acaso, de pensarmos de acordo com legislação portuguesa e internacional a que a juíza está por definição obrigada)


De cristã a 31 de Julho de 2008 às 14:19
onde é que me puseste a morar, rapariga?


De cristã a 31 de Julho de 2008 às 14:51
Tá desculpada que eu gosto da mazinha. Aliás, não moro lá em cima mas sou de lá de cima. E por acaso, a um passinho da Galiza.


De FuckItAll a 31 de Julho de 2008 às 15:09
aha!


De FuckItAll a 31 de Julho de 2008 às 15:26
(inveja, tenho sempre inveja de quem é de sítios, e não deste "lugar mal frequentado")
Por acaso, tenho um quarto de costelas vianenses. É onde começa a parte mais fixe daquela costa minhota, não é? Também não conheço muito bem.


De cristã a 31 de Julho de 2008 às 15:52
ó filha ( gostas não gostas?) atina-me - eu não sou minhota, sou transmontana. Junto a Galiza, sim senhora, mas mais para dentro.


De FuckItAll a 31 de Julho de 2008 às 16:15
ó rica (atão não gosto?), assim a minha inveja cresce exponencialmente.


De cristã a 31 de Julho de 2008 às 16:41
um dia destes, para te ver verdinha, mando-te um dos muitos menu-desgustação transmontano-galego (diz-se?) cá de casa


De FuckItAll a 31 de Julho de 2008 às 16:42


De jc a 31 de Julho de 2008 às 22:10
e agora, explicado que está o ataque de histeria da alta comissária, que tal um pedido de desculpas à sôtora juiza?


De FuckItAll a 1 de Agosto de 2008 às 08:44
Qué?


De jc a 1 de Agosto de 2008 às 10:26
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1337220


De Shyznogud a 1 de Agosto de 2008 às 10:41
Como o meu post não foi motivado por aquilo q descreve como o "ataque de histeria da alta comissária" da alta comissária, mas pela informação passada nos vários orgãos de comunicação que, aparentemente, citavam o acórdão, resta-me ficar à espera da divulgação do mesmo e, caso se confirme esta última notícia do Público, voltar a entristecer-me muito com a qualidade do jornalismo português. Estou em registo "esperar para ver".

(se me arranjar um link para o acórdão ficarei eternamente agradecida).


De jc a 1 de Agosto de 2008 às 10:46
"...rectificado pela Lusa através de uma curta declaração que diz: "Anula-se a notícia com o título "Juíza de Felgueiras diz que ciganos são 'marginais e traiçoeiros'" (8103044), de 30 de Julho de 2008, por o seu conteúdo não corresponder inteiramente aos factos narrados no acórdão"."

a luse desdiz-se. não chega para confirmação de mau jornalismo?

o "ataque de histeria da alta comissária" não era mais do que um agregador de títulos de posts em blogues que reagiram da mesma maneira que ela.
matar, esfolar, perguntar depois, se houver tempo.


De Shyznogud a 1 de Agosto de 2008 às 10:54
Os blogs reagiram - e falo por mim - à notícia que lhes foi apresentada. Ainda por cima a senhora juíza não a desdisse. Sei - oh se sei - que devemos confirmar sempre q possível as notícias q comentamos mas convirá q é impraticável - porq não temos acesso às fontes, por exemplo - fazê-lo sempre. Se calhar sou ingénua e ainda mantenho, a custo é verdade, alguma confiança nos media. Infelizmente parece q este caso vem minar um bocadinho mais o q resta dessa confiança.


De FuckItAll a 1 de Agosto de 2008 às 11:16
Pois claro, jc, a partir de agora ninguém comenta notícia nenhuma nem reage a nada, não vá eventualmente ela ser desmentida. Estou certa que muita gente ficasse contente, se estivesse tudo muito caladinho. Que tal dirigir as suas preocupações à Lusa, hum?

(e resta saber o que significa "não corresponder inteiramente" - corresponde até onde, então?)


De jc a 1 de Agosto de 2008 às 12:54
é óbvio que as nossas críticas devem ser dirigidas à lusa. e aos outros. o iol diário, por exemplo, dava ontem conta que vai haver um teleférico no ponto mais alto de portugal, que segundo eles é a serra da estrela. mesmo depois de serem corrigidos por email, assobiam para o lado e o erro lá está:
http://diario.iol.pt/ambiente/estacionamento-iol-serra-da-estrela-ultimas-noticias-teleferico/977316-4070.html


e ""não corresponder inteiramente"" significa que admitem ter errado, mas não admitem ter errado, como quem diz, "ok, vamos lá dar a mão à palmatória mas salvaguardando a integridade da coisa senão ficamos mesmo muito mal vistos"


De FuckItAll a 1 de Agosto de 2008 às 11:22
...nem me parecem justas as críticas à Alta Comissária, que estava a cumprir as suas funções. Mais uma vez, se quer criticar alguém, critique quem, de facto, falhou. Porque crendo na Lusa, como devíamos poder fazer, o caso seria de facto inadmissível - que, desconfio, é aquilo que custa a aceitar a muita gente.


De jc a 1 de Agosto de 2008 às 13:00
as funções da alta comissária são muito mais abrangentes do que reagir a quente a notícias não confirmadas. apesar de, como diz, nos vermos obrigados a ter alguma fé no jornalismo português, o detentor de um cargo como o que ela ocupa deve sempre confirmar as fontes e o conteúdo das notícias antes de reagir como uma menina histérica. sobretudo se tivermos em conta da falta de participação que tem demonstrado desde que foi nomeada e da ausência no processo da quinta da fonte.

comentar notícias que sejam apresentadas na primeira mão, como vídeos caseiros, reportagens em directo ou discursos na primeira pessoa é uma coisa. comentar conteúdos publicados num jornal, que por sua vez os comprou a um agência noticiosa, que por sua vez os obteve de um correspondente na província, que provavelmente, viu naquela notícia a possibilidade de ganhar notoriedade e resolveu relatá-la de forma mais sensasionalista do que realista é outra.


De FuckItAll a 1 de Agosto de 2008 às 13:04
Ok, de acordo, ponto aceite.


De cristã a 1 de Agosto de 2008 às 13:32
eu agora e coma vossa licença podia pôr-me a discorrer sobre isto mas estou tão cansada

PS - Não perceber que as afirmações se dirigiam a quatro dos cinco elementos acusados e que outras foram proferidas por testemunhas ainda pode ser ignorância ou incapacidade de ler uma sentença. Tem remédio. Mas isto, senhores da carteira profissional, não: OUTRAS NEM SEQUER CONSTAM DA SENTENÇA (segundo o Público)


De FuckItAll a 1 de Agosto de 2008 às 13:34
Eu vou esperar que a poeira assente e sobretudo, como a Shyza, posto isto quero é ver o acordão com os meus próprios olhos, se não se importam e sem ofensa.


De FuckItAll a 1 de Agosto de 2008 às 13:35
...e é curioso que fales em carteira profissional: ainda existe uma coisa chamada código deontológico, certo? As ditas carteiras não podem ser cassadas, como em qualquer outra profissão auto-regulamentada?


De cristã a 1 de Agosto de 2008 às 15:56
pois aí está- por isso é que eu falei em comissão da carteira- a entidade tem poderes para emitir a carteira mas para a cassar é um sarilho e quando o fazem é sempre em casos relacionados com a publicidade.


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