Fevereiro 27, 2008
Shyznogud
Mais um capítulo da saga do dr. maybe (o resto do folhetim pode ser acompanhado aqui).
Conversas Sodomitas X - Isto hoje é um pot-pourri
A propósito da questão "o que tu queres sei eu!" gostava de desenvolver o assunto do ponto de vista pragmático. Ao se assumir o que se quer realmente, tudo é mais claro connosco e para os outros. "sim, é mesmo isso o que eu quero" será a resposta natural, com continuação "... mas não contigo!". é mais ou menos o que acontece com o João César das Neves. Ele acha que na cabeça de muita gente não há senão sexo, e até é verdade, mas não é com ele.
É o que fizeram estes dois jovens? A partir de um imaginário próprio e da sub-cultura com que se identificam, desenvolveram códigos de demonstração de afecto diversos. Põe logo toda a gente a mão na cabeça e diz-se chocada, mas se pensarem bem, alguma vez na vida vos passou pela cabeça fazer algo na intimidade que eventualmente chocaria alguém, até mesmo o JCN. A diversidade sexual é tanta quanto é o número de pessoas no mundo. Apesar de nos identificarmos com os outros, na verdade a nossa identidade sexual é única. Como não pode ser dissociada da nossa própria identidade como um todo, ela é também única. Porque é que não havemos de a exprimir em público?
Queria ainda sublinhar aqui os dez anos do viagra. Creio que se pode comparar o aparecimento da medicação para a disfunção eréctil com a pílula contraceptiva. Na verdade mais um tabu foi superado, desta vez a fragilidade do sexo masculino, e um problema resolvido. Sejam quais forem os prós e os contras (começo a embirrar com esta expressão) a verdade é que veio para ficar e podemos todos hoje desfrutar do sexo com menos complexos, com outra segurança e sem nos preocuparmos com detalhes que não interessam para o momento.
Conversas Sodomitas X - Isto hoje é um pot-pourri
A propósito da questão "o que tu queres sei eu!" gostava de desenvolver o assunto do ponto de vista pragmático. Ao se assumir o que se quer realmente, tudo é mais claro connosco e para os outros. "sim, é mesmo isso o que eu quero" será a resposta natural, com continuação "... mas não contigo!". é mais ou menos o que acontece com o João César das Neves. Ele acha que na cabeça de muita gente não há senão sexo, e até é verdade, mas não é com ele.
É o que fizeram estes dois jovens? A partir de um imaginário próprio e da sub-cultura com que se identificam, desenvolveram códigos de demonstração de afecto diversos. Põe logo toda a gente a mão na cabeça e diz-se chocada, mas se pensarem bem, alguma vez na vida vos passou pela cabeça fazer algo na intimidade que eventualmente chocaria alguém, até mesmo o JCN. A diversidade sexual é tanta quanto é o número de pessoas no mundo. Apesar de nos identificarmos com os outros, na verdade a nossa identidade sexual é única. Como não pode ser dissociada da nossa própria identidade como um todo, ela é também única. Porque é que não havemos de a exprimir em público?
Queria ainda sublinhar aqui os dez anos do viagra. Creio que se pode comparar o aparecimento da medicação para a disfunção eréctil com a pílula contraceptiva. Na verdade mais um tabu foi superado, desta vez a fragilidade do sexo masculino, e um problema resolvido. Sejam quais forem os prós e os contras (começo a embirrar com esta expressão) a verdade é que veio para ficar e podemos todos hoje desfrutar do sexo com menos complexos, com outra segurança e sem nos preocuparmos com detalhes que não interessam para o momento.
