Julho 26, 2007
Mouro da Linha

Li, não sei onde, que o Freud disse uma vez a uma sua discípula mais entusiasmada: "Menina, olhe que, às vezes, um charuto é apenas um charuto."
A frase deve ser apócrifa mas, si non é vera, é bene trovata. Tem dias em que vejo o herói daquela velha anedota do "sabe, doutor, a verdade é que tudo me dá tesão" como um ser a quem a procura do ideal délfico do auto-conhecimento deu uma enorme sabedoria e uma extrema lucidez.
Seja como for, isto tem bonecos giros.
Veja-se este, por exemplo. Mas depois não passem a vida a virar os jornais, as revistas e as páginas amarelas ao contrário. É que, às vezes, um anúncio é apenas um anúncio.