Julho 03, 2008
FuckItAll
A "menina do novo milénio" já nasceu. Se alguma coisa define a nossa espécie é a diversidade adaptativa. Obrigada ao bébé Beatie e aos pais por alargarem o conceito!
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Julho 03, 2008
FuckItAll
A "menina do novo milénio" já nasceu. Se alguma coisa define a nossa espécie é a diversidade adaptativa. Obrigada ao bébé Beatie e aos pais por alargarem o conceito!
Julho 03, 2008
FuckItAll

Nasce hoje a filha de Thomas Beatie. Podem ver a galeria de fotos toda aqui.
(corrigindo: afinal o nascimento foi domingo)
Julho 03, 2008
FuckItAll
Ainda sobre a tacanhez e ignorância que representa querer ver as mulheres islâmicas como um todo uniforme, uniformemente reprimidas e ansiosas por serem libertadas por ocidentais beneméritos:
Houria Niati. (Algeria, 1948).
Violence and Power. (1988).
Julho 03, 2008
Shyznogud
Ontem à noite a Fernanda pediu-me um SST a propósito da (grande) notícia do dia e eu, obediente como sempre, fiz-lhe a vontade. Como os SST fazem muito mais sentido neste antro resolvi trazê-lo agora para aqui, na certeza que merecerá a vossa aprovação (se tal não acontecer é favor endereçarem as vossas reclamações à Fia que me ajudou na escolha...ando tão paradinha dos neurónios que até a ela recorro em busca de inspiração, quão mais baixo poderei descer?
P.S. - Continuo a não conseguir comentar, buáááá.
Julho 03, 2008
FuckItAll
Nem todos os filhos ficam eternamente na expectativa. Felizmente. Mas era bom que nem só de mediatismo fossem feitas as boas notícias; e que quer o Governo colombiano e as organizações paramilitares, quer as FARC, encontrassem outras formas de divergência política.

Adenda: ela também acha.
Julho 03, 2008
FuckItAll
Julho 03, 2008
FuckItAll
Que exportar algo para voltar a importar com um bocadinho de mais-valia. Ora, se a Shyza exporta os Sound Trashes, eu sugiro a reimportação deste em particular. Nada mais português que esta história, também. Vivemos eternamente no palco de Gil Vicente.
Julho 03, 2008
FuckItAll
Julho 02, 2008
Shyznogud
... ao ler esta notícia sobre a entrevista de Manuela Ferreira Leite de ontem (que não vi). Abstenho-me de opinar sobre as declarações especificamente relacionadas com o casamento homossexual (presumo que todos sabem que se me pusesse a falar sobre elas este post tornar-se-ia digno do mercado do Bolhão), apetece-me ficar só um bocadinho a olhar "enlevada" para a ligação automática que a senhora faz entre família e casamento. Em que mundo é que esta senhora vive? Que gentinha é esta a quem parece não passar pela cabeça que o conceito de família engloba uma série infindável de variações?
Adenda:
COMUNICADO DA ILGA-PORTUGAL
(...)
Ficámos assim a saber que:
1. Porque não é “suficientemente retrógrada”, MFL “não é contra as ligações homossexuais”. É um enorme alívio saber que MFL as “aceita”, até porque a alternativa seria reinstituir a criminalização da homossexualidade que acabou em 1982. Como pode MFL julgar que ainda é possível sequer pôr isto em questão?
2. MFL, que se apresenta como conhecedora de aspectos fiscais, parece ignorar que a Lei de Uniões de Facto de 2001 - que abrange casais de pessoas do mesmo sexo - concede exactamente o mesmo estatuto fiscal a unid@s de facto e a cônjuges, pelo que as famílias constituídas por casais de pessoas do mesmo sexo já usufruem das referidas “medidas fiscais”. Ou será MFL contra o que foi instituído em 2001?
3. MFL parece julgar que existe uma única família a promover. Esperamos que se aperceba rapidamente de que existem muitas famílias em Portugal, e que se tem como objectivo que o seu partido se apresente como uma alternativa de governo terá que contar com o apoio de muitas delas. Seria também importante compreender que o casamento não implica procriação e que a procriação não implica casamento. Ou será que, na mesma linha de raciocínio, pensa proibir o casamento para heterossexuais infertéis?
4. Quanto à ideia de que gays e lésbicas viriam sujar a instituição do casamento, sendo por isso fundamental que “não lhe chame o mesmo nome”, sugerimos uma alternativa a MFL. Quando se alargou o casamento a escravos, porque estes viriam sujar o nome do casamento, optou-se por um nome diferente: “contubérnio”. Como MFL partilha esta ideia de que, tal como os escravos, lésbicas e gays não são cidadãs e cidadãos de pleno direito, o nome do casamento para escravos será talvez o que melhor se adequa à sua visão do mundo. Poderia assim manter o insulto a gays e lésbicas, como parece pretender - e será um nome mais económico do que “outra coisa qualquer”, que parece ser a sua sugestão.
5. MFL ignora sobretudo a Constituição da República Portuguesa que proíbe explicitamente a discriminação com base na orientação sexual desde 2004. Aliás, a revisão do artigo 13º (Princípio da Igualdade) fez-se com os votos favoráveis do PSD. Para proteger cidadãs lésbicas e cidadãos gay, e precisamente porque há quem pense que gays e lésbicas são “diferentes”, a Constituição proíbe a discriminação. Não é possível manter por isso um apartheid legal como o que MFL defende.
A imagem de rigor e de seriedade que MFL tenta fazer passar não se coaduna com a ignorância de todos estes aspectos. A imagem de alternativa política para o país que MFL tenta construir também não se coaduna com a promoção da desigualdade, ao arrepio dos movimentos que atravessam os países mais desenvolvidos, a começar pela vizinha Espanha. É esta a agenda de transformação que MFL tem para o país? Sobretudo, a discriminação e o insulto não são aceitáveis em democracia.
As declarações de MFL vêm provar uma vez mais que fracturante não é a reivindicação de igualdade; fracturante é a discriminação - e que é urgente eliminar as fracturas que a própria lei continua a impor.
Dado que o PSD não parece querer fazê-lo sob a liderança de MFL, a Associação ILGA Portugal - Intervenção Lésbica, Gay, Bissexual e Transgénero espera que os restantes partidos clarifiquem se apoiam a discriminação ou, se pelo contrário, querem promover sem reservas a igualdade.
Lisboa, 2 de Julho de 2008
A Direcção e o Grupo de Intervenção Política da Associação ILGA Portugal
Julho 02, 2008
Shyznogud
Como para além de não conseguir comentar também não consigo editar os posts, transformo esta adenda em novo post sobre o infeliz vídeo de Sarkozy. Não vou tecer mais comentários, limito-me a aconselhar-vos a leitura do Zèd , está lá tudo explicadinho*. E ainda têm como bónus esta fantástica informação:
(*Pedro, assim ficas com os teus problemas com a francofonia resolvidos. Como contrapartida ainda te levo aí a porra deste pc para q me expliques que porcaria de incompatibilidade tem ele com os blogs sapianos).
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