Quarta-feira, 03.12.08

(roubado ali do quintal do costume)




A FIA mostrou-me isto, eu partilho convosco e ela que comente que eu ainda não parei de rir.

 

 

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Fui ontem a Peniche, com cinquenta alunos de uma escola secundária de Lisboa, em visita à respectiva Fortaleza.

Já lá tinha estado em circunstâncias diferentes, mas sem ter visitado aquilo que, escandalosamente, dá pelo nome de «Museu da Resistência». O resultado resume-se em duas palavras: vergonha e indignação.

Nada pode justificar o que é mostrado às dezenas de milhares de pessoas que o frequentam por ano, na sua maioria estudantes como os que eu acompanhei - atentos e activamente interessados. Que ninguém venha falar em falta de dinheiro para justificar o miserabilismo escancarado em vitrinas com documentos mal expostos (alguns interessantíssimos), o pavoroso mau gosto da reconstituição dos parlatórios e de uma célula (aquele preso/manequim da rua dos Fanqueiros sentado à mesa e o fato completo, gravata incluída, pendurado à entrada!...) Além disso, em 2008, o audiovisual ainda não passou por ali: nem um slide, um vídeo, um som.(...)