Quinta-feira, 27.11.08

Desde ontem que me andava a irritar com o Mumbai. À hora de almoço a irritação aumentou quando o louro me perguntou "Onde é Mumbai?". Há bocado até mandei uma mensagem ao orientalista aqui da tasca para ele me dizer se era só o meu mau feitio a dar sinal de vida (ainda espero a resposta). Foi com um certo alívio que descobri que estou muito bem acompanhada pelo Helder Guégués, a quem não falta autoridade.

 

 




(daqui)




Isto era mais uma parvoíce que me andava na cabeça aquando das eleições nos States, e da vitória do Obama. As coisas mudam, de facto, ou vão mudando...

 

Imaginem um rocker ferrenho dos 70's. Agora imaginem a crise a que este estaria votado caso tivesse o azar de sofrer de alopecia, onde é que o mundo tinha espaço para uma personagem destas, descabelada? Mas saltando uns anitos não é nada invulgar encontrar um headbanger completamente careca. É assim, as coisas mudam.

 

No entanto ainda estão lixados os góticos com caspa... isso ainda está em movimento, diz que já há por aí bons champôs.


sinto-me:


Ontem víamos o noticiário em família quando surgiram imagens das inundações no Brasil. Perante o número de mortos anunciado (na altura falava-se em cerca de 60, agora o número já aumentou), um dos júniores da casa disse "Devo parecer insensível mas 60 mortos não me parece muito". A afirmação foi o mote para uma conversa e acabámos por chegar à conclusão que muito provavelmente a explicação para aquele sentimento bizarro tinha a ver com o facto desta geração de miúdos ter "testemunhado" o 26 de Dezembro de 2004. As suas 220.000 vítimas mortais tornaram-se, para eles, uma espécie de bitola de comparação.




armados em esquisitos.