Quinta-feira, 13.11.08

Acho que esta instituição privada e fundada por um estrangeiro se cafrealizou de vez.

 

Adenda shyzenta: depois de seguirem o link da FIA podem passar por ali.



FuckItAll às 23:52
editado por Shyznogud em 14/11/2008 às 10:24
juntar-se ao pagode ver o deboche (7)

Nem sempre.




Para este projecto de família numerosa.




 







 

Pela segunda vez em alguns meses, mandei para o Porto alguns papéis em envelope de Correio Azul. Como da última, passou mais de uma semana sem que lá chegassem. Para ser mais exacto, faz hoje duas semanas que os enviei, e nem sinal deles.
Quando mudei de casa, há um ano, pedi  nos correios da zona que reencaminhassem a minha correspondência para a nova morada, serviço pelo qual paguei 80 euros. É caro. E, talvez por isso, os correios resolveram dar-me um bónus: a partir de certa altura, passei  a receber, além da minha correspondência, a do meu ex-vizinho de baixo – que nada tem de comum comigo a não ser esta condição.  Tive que ir a uma estação declinar a oferta, agradecendo-a, mas lembrando que tudo aquilo faria porventura mais falta ao meu ex-vizinho do que a mim.
Não sou um utente assíduo dos correios. Na verdade, no último ano, só os utilizei estas três vezes. Serei eu que tenho azar?
Cresci e fui educado na convicção de que o correio é algo de sagrado, que deve ser entregue custe o que custar, rapidamente e no destino certo. Parece que já não é assim.
Eu sei que se trata de uma instituição que perdeu parte da sua utilidade, agora que há a Internet. A verdade é que as estações de correio se estão a reconverter – agora vendem livros e bugigangas, mais facilmente que selos. Não tarda, estão a aviar cafés e croissants.  Estou em crer que num futuro previsível, os correios se reconvertam como os bombeiros de Ray Bradbury – e, em vez de entregarem correspondência, se dediquem a queimá-la. Se é que não o fazem já.



Estão mesmo vendados. E eu, mulher de pouca fé, a duvidar deles ontem.




... que o que mediou o antes e o depois não tenha estado ao mesmo nível, não te parece, Filinto?




Portugal tem dos piores sistemas de cuidados de saúde europeus


sinto-me: