Domingo, 19.10.08

at all.

 




..."histórias" com 30 anos dão nisto, imagine-se aquelas com mais... Vem esta conversa a propósito de um pedacinho de 5 minutos que acabei de ver há pouco no programa da Catarina Furtado, aquela coisa da Nossa Geração (não é?). O de hoje é dedicado á "geração de 70". Oh o que eu gosto do tempo cortado assim às postas. Para mim o tempo tem que ser "escalado" e não cortado em "décadas" mas enfim, fica para a próxima.

Dizia eu que vi um pedacinho. Estavam a acabar de cantar uma música do Zeca e, quando desliguei, iam começar a cantar o Waterloo dos Abba. No meio ficou uma "peça" sobre a década, contendo, presumi eu, os acontecimentos mais importantes da mesma. Pois percebi que para asqueles senhores, a década de 70 acabou em 75. É uma meia-década. Depois desse ano não apareceu nada. Nem Viking em Marte, nem crise dos reféns em Teerão, nem Ayatollahs, nem invasão soviética do Afeganistão. Nadica. Isso deve ser "década de 70" mas é de outro planeta. Não no nosso, onde só houve, pelos vistos, separação dos Beatles, guerra do Vietname, Watergate, Munique e pouco mais. E 25 de ABril, muito, bué.

E mesmo do que foi falado, a peça revela conhecimentos pró infinito e mais além. "A América perdeu a guerra do Vietname", ouvi eu. Ao mesmo tempo, viam-se imagens da bandeira americana a ser arreada e outra a ser levantada em seu lugar. Pois. Só que não era aquela com a estrelinha no meio, no Vietname do Norte, que ganhou. Era a amarela com 3 riscas horizontais vermelhas, do Vietname do Sul, que perdeu. Confusos? Don't be. Estamos em Portugal, quem é que quer saber destas merdas?




A paternidade adolescente teve hoje destaque no P2 e eu roubei o texto da Catarina Gomes para o site do costume.




 

(imagem roubada daqui)

 

"É um grafitter mais perigoso que um skinhead?", é esta a pertinente dúvida que o Der Terrorist coloca, explicando o porquê.

 

Recado interno - A propósito do Der Terrorist, caros partners, ele tem lá um recado para nós. Façam o favor de responder para não ser sempre eu.




 Hádem, cá vir, há-dem, à-dem...


sinto-me: