Quinta-feira, 24.07.08

 

Lembram-se do bebé da capa dos Nirvana? Well, not so much anymore.




Acabei de ouvir na televisão parte do discurso do Obama em Berlim. Estava eu a vê-lo lutar contra o ich bin ein berliner que teimava, visivelmente teimava em querer sair-lhe da boca, quando lhe sai antes esta frase maravilhosa: "We are a people of improbable hope". Até me custou ver desperdiçar esta pérola de poesia política num discurso menor. Mas suponho que também é destes detalhes oratórios que se faz o carisma.

 

Mais sobre o discurso aqui.

 

(post mais ou menos copiado dum comentário que fiz no Miguel Vale de Almeida)







Este estudo sobre depressão pós-parto no masculino  (cada vez gosto mais de enfermeiros) vem mostrar, para o caso português, que os homens também não ficam imunes à revolução ontológica (e quotidiana) de ter um filho. Mesmo que dêem menos parte de fracos. A provar que as alterações físicas/hormonais são uma grande maçada, mas não explicam tudo. E deixou-me ainda a pensar numa nossa velha conversa, de como as primeiras vítimas do machismo, pelo que têm que provar, esconder e calar, são os homens. Espreitem este artigo, a propósito.




Thomas Beatie with his baby: The labour lasted 40 hours

Photo: PEOPLE MAGAZINE  







Francamente, Rogério, um animal tão engraçado! Se pegarmos nela, abre aquela boca minúscula e sem dentes, no seu melhor esforço para parecer ameaçadora. Não merece insónias, é uma boa companhia. E ainda trata da saúde aos insectos, o que a torna útil.

Mais aqui.