Terça-feira, 01.07.08

Onde a lei nos obriga a apanhar mocas de cair pró lado. Não há cá coisas diluídas, dizem eles, não sejam meninos.


sinto-me: verde de inveja



sinto-me: nova feminista


Imagino que para glorificar deus nosso senhor. E não me digam que "isto é o que eles dizem"; toda a gente sabe, o mercado é como o algodão, não engana. Não é?

 

(vejam mesmo o slideshow todo, vale a pena)


sinto-me: embevecida


 O Alexandre Borges, qual fénix, finalmente renasceu (abandonou a totózice, está visto)...com um post de temática pouco original nesta altura - bater na Alemanha - mas que se torna imprescindível pela importância e gravidade das justas denúnicas que faz. Dou-lhe a palavra (bolds meus):


"(...)Por fim, há, é claro, dramáticas razões históricas para não correr atrás da Alemanha de cada vez que ela avança.

 

Mas no meu caso, querido leitor, não são Hitler, o nazismo e o holocausto o que me motiva o afastamento. Foram personagens e acontecimentos localizados na História que não podemos confundir com um povo inteiro. O meu problema com a Alemanha é aqueloutro projecto secreto de extermínio que eles têm: a música pop alemã.

 

Apanharam-nos de surpresa, à má fila, com os Boney M, mas aguentámo-nos bem. Depois, vieram os Scorpions. Segurámo-nos à vida quase por milagre. Ainda estávamos a sarar as feridas e vieram os Modern Talking. O mundo ainda estava estendido no chão e eles mandam os Milli Vanilli. Quando inventámos o I-pod e rolhámos os tímpanos com headphones para conservação do que resta da espécie, eles infiltram-se como vírus nos ouvidos da rapaziada com os Tokyo Hotel.

 

Enfim. Proibimo-los de formar exércitos e deixámo-los agrupar bandas musicais. Erros de avaliação.

 

Venha o Schweinsteiger e o Goebbels. Do que a malta não estava à espera era do “Still Loving You”.

 

 




Brevemente em full motion numa cidade não tão perto assim.

 

Adenda: PEHDTSCKJMBA!
[ler peskajamba]




O que raio é uma dose individual de haxixe?!