Quarta-feira, 18.06.08

 

Adenda de dia seguinte: vão ao Peão e sigam os links que o Zéd por lá tem a propósito deste tema.




Não exponham os vossos pontos fracos!

 

Desde quando eu era miúda que a minha mãe quando está zangada comigo me trata pelos meus dois nomes o que, obviamente, me deixou muuuito traumatizada e fez com que passasse a implicar com tal tratamento. Buuuurra*, partilhei essa informação com os meus descendentes que agora se divertem a gozar com tal trauma. Ainda há pouco, na resposta a um mail em que a pretendia ajudar no estudo de geografia (que vai ser o seu primeiro exame da temporada, na sexta), a minha digníssima filha fez o favor de me presentear com o que se segue:

 

"tens de aprender a não distorcer aquilo que eu digo, maria joão. o que aparecia era macrocefalia e litoralização, não dizia nada de bipolarização (e não bipolaridade!)."

 

Argh! Ao ler aquele "maria joão" cabrãozinho amuei, não a volto a ajudar, pronto!

 

* A burrice ainda é mais acentuada porque também sabem que odeio a palavra fofa. Está-se mesmo a ver a quantidade de vezes que lhes sai um "Fofa" ou "fofinha" da boca para se me dirigirem. Ou então, inspirados no Space Jam (este devo-to a ti - grrr - Cenas), utilizam estratégia de substituição e chamam-me Lola ou Lola Bunny. Não há respeito, é o que é.




Hoje no Público, Bénard da Costa escreve uma resposta à antiga ministra da cultura, Isabel Pires de Lima. Não é do texto que venho falar, nem do que ele defende, nem se tem ou não razão porque a partir do momento em que alguém tem o distinto topete de escrever isto (a parte que "boldo") "Meta-se com gente do seu tamanho e haja respeitinho por quem não tem idade, nem percurso profissional, nem posição social para gastar mais cera com tão ruim defunta" vai directinho para o meu caixote de lixo mental. Há argumentos que  deviam envergonhar quem os invoca,  qualquer que seja o contexto em que são usados.

 

(em stereo)




We all know that Moses was high on Mount Sinai when God spoke to him, but were the Ten Commandments a result of divine inspiration alone? An Israeli researcher is claiming in a study published this week the prophet may have been stoned when he set the Ten Commandments in stone. According to Benny Shanon, a professor of cognitive psychology at the Hebrew University of Jerusalem, psychedelic drugs formed an integral part of the religious rites of Israelites in biblical times. Writing in the Time and Mind journal of philosophy, he says concoctions based on the bark of the acacia tree, frequently mentioned in the Old Testament, contain the same molecules as those found in plants from which the powerful Amazonian hallucinogenic brew ayahuasca is prepared.


sinto-me: espiritual