Quarta-feira, 28.05.08

Este não é bem da minha idade, é mais ou menos da época da minha concepção. Mas, além de ser um belo clássico, tem para mim associada a história de terem desaconselhado a minha mãe, grávida de mim, de ir vê-lo, porque podia impressionar-se. Mais uma vez, o mau hábito de quererem proteger as pessoas da verdade...




 

(com a vantagem deste filme ser um rapaz da minha idade...)




 

(tanx)




... porque não faz nada bem à saúde! Nunca ou quase nunca tenho as crias doentes mas visitas aos hospital provocadas por chamadas telefónicas das escolas respectivas já começam a ser frequentes. Maldito vólei, maldito desporto escolar, malditos ligamentos, luxações e afins, que me começam a aborrecer deveras. Vá lá que acidentes a necessitarem ortopedistas não são muito frequentes de manhã ou teria sido (mais) um dia deitado ao lixo.




Continuamos falados, ano após ano, sempre a mesma coisa. Ao menos podíamos inovar!




O Público tinha que, ao falar do desaparecimento do Sydney Pollack, trazer à baila o Nosso Amor de Ontem? A mínima menção a Barbra Streisand provoca-me calafrios... e conduz-me, inevitavelmente, para o horror dos horrores (pobre Pollack, pode ter feito algumas merdices mas não merecia ser conspurcado com esta associação), o Yentl .