Domingo, 25.05.08

Não sei porquê mas ao escrever o post anterior achei que esta música ficaria bem, "sei lá".




Por estes dias parece que voltámos a velhos tempos, quando por aqui se discutia muito a maternidade. É inevitável voltar ao tema quando se encontra, como acabou de me acontecer ao espreitar n'Uma Certa Enciclopédia Chinesa, uma referência a uma parte de um parecer/estudo que terá sido elaborado pelo CNE. Ora na página 117 do referido estudo lê-se o seguinte (bold meu)" "Por isso se reconhece cada vez mais, numa lógica de responsabilização social politicamente determinada, a necessidade das creches que deverão actuar sempre em estreita articulação com as famílias. Mas reconhece-se também que há outras modalidades de apoio que passam por um maior envolvimento das comunidades locais e por políticas que possibilitem à mãe uma maior permanência em casa".  Falando bem e depressa, que bosta é esta? Como diz o João "creio que a Comissão para a Igualdade de Género deveria pronunciar-se e denunciar este parecer como atentatório da igualdade de género, tarefa fundamental do Estado".

 

Adenda: Não há mesmo uma sem duas. O pastorinho encaminhou-me para um espantamento que também tem a ver com mães e famílias e essas coisas assim. É muito aconselhável ler o que o Dracul escreve, no pilha-livros, sobre uma das novidades da Quasi, O Sexo depois dos filhos. Não darão por mal empregue o tempo que passarem a ler os excertos da obra que estão transcritos. Aquilo é fan-ta-bu-lás-tico!

 




 "Antropologia? Fixe, pá! A cena do Indiana Jones e o caneco."

 

(...)




Quem terá sido a alminha que se lembrou de colocar um fundo cinzento escuro na newsletter diária da Feira do Livro? Primeiro que os olhos se habituem aquela cor e se consiga ler é uma desgraça (e não vale dizer que a culpa é dos meus olhos porque vejo muito bem, ok?). No site vê-se bem porque as letras são brancas mas a lista dos livros do dia que nos chega à caixa do correio tem letras pretas e azuis (de um azul q até fere a vista, credo).

 

P.S. - O senhor não será propriamente figura grata a muitos mas daí a darem-lhe o nome de asco graça moura parece-me exagero.