Quarta-feira, 21.05.08

No post abaixo referido pela Shyza, encontro o seguinte, e mui maravilhoso, comentário:

 

tina Diz:

“E Tina, a maioria das mulheres sempre trabalhou, em todos os tempos e lugares, e ninguém deixou de ter filhos por isso, percebe?”

 

Claro que não, os filhos é que deixaram de ter mães. Uns mais do que os outros.

 

Vou avisar a minha filha de que é orfã.




 

...e ninguém dizia nada?!




cacto


Leituras (mais) sobre o Maio de 68.




 

Nos anos oitenta eram os Scorpions, aquelas baladas rançosas, encharcadas de xarope pretensamente eléctrico. Actualmente são os Coldplay. A pena de morte não devia ter sido abolida e os direitos humanos não devem aplicar-se à cáfila. Foda-se. (Amén, Segismundo!)




... a ler este post do João Miranda e muitos dos comentários ao mesmo. Infelizmente tal não é o caso (ah! e foi muito interessante aprender que uma gravidez é um problema médico).

Curioso , não me lembro de ter ouvido propósitos parecidos quando, há cerca um ano (dia 17 de Junho de 2007), Bernard Laporte foi nomeado para o governo francês, só tomando posse a 22 de Outubro, quando acabou o Campeonato do Mundo de Rugby, já que ele era seleccionador nacional da equipa francesa.




No Bibliotecário de Babel, José Mário Silva chama a atenção para um texto do Guardian que tocou umas cordas por aqui e a que não consigo ficar indiferente. Vão até lá e sigam o link:


O filho é David Rieff. A mãe, Susan Sontag. A mentira: um conjunto de falsas esperanças que ele não foi capaz de lhe negar, sobre a possibilidade de sobreviver a um terceiro cancro.




Está uma gaja ao telefone com a mãe, a combinar passar a noite em casa dos pais e ouve-a dizer para o pai "É a miúda, vem cá dormir esta noite". A partir de que idade é que se deixa de ser "a miúda"? (e ainda se preocupa o puto com os resquícios de adolescência).