Terça-feira, 15.04.08

E não, não falo daquela tal que viria com a maternidade*. Espreitem isto e digam lá se não vos inspira respeitinho. 

 

Acabam de me chamar a atenção para a data da notícia, 1º de Abril; aceitam-se confirmações ou infirmações. Tenho ideia de ter visto isto em mais algum lado mas, claro, pode ter sido no mesmo dia. Seja como for, si non è vero...

 

*(hão-de vir cá a casa explicar essa à "Liberdadezinha")

Adenda: um bónus sobre o tema polícias.




Chego com algum atraso, através do Lutz, a este post da Helena. Uma história (ou um conjunto delas) que é um belo material para pensar o assunto.




O Lutz a falar sobre política e feminilidade aconselha-se!




Felizmente, e ao contrário de muitos, escapei-me às sessões de sevícias continuadas a que costumavam ser sujeitas as criancinhas de há umas décadas. Nunca agradecerei suficiente aos meus pais terem-me poupado a tal tormento. Lembro-me bem das provações de uma prima minha cuja mãe tinha uma fé quase irracional no malfadado óleo de fígado de bacalhau... havia que comer mesmo não querendo e sendo intragável porque fazia bem, ponto!

Lembrei-me do óleo ao ler as declarações do reitor da Católica, Braga da Cruz (eu tento resistir, ó como tento, mas é mais forte que eu) sobre as relações estado e igreja quando, a certa altura,  o senhor afirma "Não é admissível que se estenda apenas a assistência religiosa a quem o pedir e se o pedir por escrito."... se isto não parece conversa de óleo de fígado de bacalhau eu sou a Gina!