Quarta-feira, 02.04.08
Com as alterações ao Porta 65 (500€ por TO ou T1) já te voltas a orientar ou continuas, como soi dizer-se, na merda?




Todos nós já estamos carecas de ver comparações entre as séries televisivas West Wing e Commander in Chief e a actual campanha eleitoral americana. O Público de hoje ao trazer o assunto para o P2 (p.4/5) não é, portanto, original. Podem fazer-se inúmeras análises “sociológicas” às referidas séries mas uma coisa que sempre me fez impressão são as ilações que relacionam o sucesso das séries, ou melhor, o sucesso de uma e o relativo fracasso de outra, com a maior ou menor capacidade que a sociedade americana terá para aceitar um presidente negro ou mulher. Até podem ter razão aqueles que acham que é mais fácil aceitar um presidente negro mas dizer, como se escreve hoje no Público, “Geena Davis não foi um sucesso como primeira mulher Presidente. O que diz algo sobre a aceitação na política dos EUA do feminismo e as suas conquistas” parece-me ser complicar o óbvio. Será que a explicação mais singela e ao alcance de todos não será a óbvia? Ou seja, que a Commander in Chief é uma bosta e a West Wing um espantamento?

(em stereo)



É algo que já tinha ouvido dizer. Há mulheres, porém, que dizem que está toda na cabeça. Não sei se na dele, se noutra. Vá lá a gente entendê-las. Mas ficam todos e todas a saber que os supermercados vendem suplementos alimentares de pau-de-cabinda, energético e cheio de força vital. Para eles e para elas. Pelo menos é o que se vê na embalagem. Ali, assim, na zona do cozido à portuguesa de tofu e da bela bjeca de soja. Nada de chás, supositórios ou injecções, mas simples e agradáveis ampolas bebíveis, que se podem deitar discretamente na coca-cola do(a) amigo(a) quando ele(a) vai à casa de banho. E depois fazer um belo brinde e esfregar as mãos de contente, à espera da lifeforce.
E o preço até é agradável (ou, como se diz agora, competitivo), não é? O que são dez euros por 15 doses de força vital? Não sei se é do pau se não. Se alguém experimentar, faça o favor de contar depois como foi. Eu não atrevo. Já me bastou o sensual passion, safa!



Como disse antes, o cliente por aqui manda:


...se me continuam a tratar assim. [o Creolina nos destaques e coiso...]