Terça-feira, 01.04.08

Obrigada Patrícia ;-)

 

(*quero acreditar que também se aplica aos pais com ligeiras adaptações na letra)



Shyznogud às 23:45
editado por Jonas em 02/04/2008 às 00:06
juntar-se ao pagode ver o deboche (7)

Depois de um dia que não me correu lá muito bem (acontece aos melhores) aproveitei uns momentinhos de paz (a mudança da hora ainda faz efeitos cá por casa, convidando os menores a relembrarem a infância e a dormirem uma sesta de fim de dia) para me sentar aqui e destilar o fel que me vai na alma desde esta manhã quando, no jornal das 8h ou 8h30 (já estou baralhada) da SIC Notícias, ouvi o bastonário da Ordem dos Advogados fazer umas incríveis declarações a propósito de Mário Machado. Aparentemente para Marinho Pinho a prisão daquela distinta criatura é um caso de liberdade de expressão, ponto. Outros há que já escreveram sobre o assunto, reparei agora, e como até são parte envolvida neste processo tecem comentários mais informados que os meus.
Ora bem, a primeira coisa que fiz ao sentar-me no pc foi procurar uma imagem que ilustrasse o post. Tinha escolhido como "tema gráfico" o vómito, porque me parecia ilustrar na perfeição o que me atingiu as entranhas a horas matinais. Resolvi, portanto, googlar "puke" para ver o que encontrava... e é agora que entra a parte dos interesses muito bizarros que está no título. O que é que passa na cabeça de alguém que faz com que crie uma página na web constituída por imagens de vómitos e de gente a vomitar? Juro que não estou a inventar... o Puke Planet está aí para o confirmar.




(carregar na imagem)



Ontem tive um fim de tarde original. Fui com a Joana Lopes ao Janela Aberta, do Rádio Clube, falar com a Ana Sousa Dias sobre blogs, blogadelas e coisas do estilo. E foi um prazer porque, para além de tudo o resto, a Joana é uma óptima conversadora.

Adenda a pedido:



e um caso interessantíssimo da interactividade destas blogo-coisas...


Quer parecer-me que a nossa linguística está a ficar para trás em alguma coisa... não, nem quero falar do acordo ortográfico que me incomoda mesmo 'lá em baixo'!

 

O problema surge quando quero referir-me a pessoas com as quais, indubitavelmente, tenho uma qualquer relação de parentesco, quando mais não for, de um ponto de vista legal pois somos todos herdeiros quando os velhos (o meu e a delas) quinarem e temos que nos entender. Mas essa relação não tem ainda a devida denominação. Como chamo eu às filhas da mulher do meu pai que não é minha mãe, nem estas filhas do meu pai? São 'uma espécie de irmãs', é o que eu digo... que termo de parentesco devo utilizar? Parece que cá irmão(ã) é um(a) filho(a) do mesmo pai podendo a mãe ser diferente, enquanto meio(a)-irmão(ã) é aquele que é filho da mesma mãe independentemente de que é o pai. (?!) Talvez pela mesma razão arbitrária segundo a qual quando indicamos a filiação em qualquer documento o nome do pai vem sempre em primeiro lugar (e que raspanete levei eu por ter tentado a ordem inversa!). Bof!

 

Terá sido a diversidade das organizações familiares que se multiplicou a um ritmo tal que não tenhamos tido tempo para arranjar termos para as novas relações que daí resultam? Mas que facilidade temos em usar a porra de outras expressões que não lembrariam ao diabo...