Domingo, 23.03.08


Ok enter national vernacular

On this day in 1839, the initials "O.K." are first published in The Boston Morning Post. Meant as an abbreviation for "oll correct," a popular slang misspelling of "all correct" at the time, OK steadily made its way into the everyday speech of Americans. During the late 1830s, it was a favorite practice among younger, educated circles to misspell words intentionally, then abbreviate them and use them as slang when talking to one another. Just as teenagers today have their own slang based on distortions of common words, such as "kewl" for "cool" or "DZ" for "these," the "in crowd" of the 1830s had a whole host of slang terms they abbreviated. Popular abbreviations included "KY" for "No use" ("know yuse"), "KG" for "No go" ("Know go"), and "OW" for all right ("oll wright").(...)

Hum, não vos parece conversa familiar esta da linguagem juvenil? De vez em quando sou tentada a dar razão aos defensores do tempo cíclico



Halle Berry teve uma filha. Soube, há pouco, que decidiu dar-lhe o original nome de Nahla Ariela Aubry. O apelido é do pai. Os restantes nomes são de origem árabe e querem dizer "abelha que faz mel". Até aqui, nada demais. O demais veio da fonte, a SIC-Notícias, que, no programa "Caras Notícias", decidiu rematar a notícia dizendo que se trata "da língua muçulmana". Afinal, o disparate não é original, está, por exemplo, aqui. Ficámos a saber que existe uma "língua muçulmana". Que nenhum iraniano, nenhum paquistanês, nenhum indonésio leia tal disparate. Eu, por mim, fico a aguardar mais informações acerca da "língua cristã", da "língua budista" e da "língua ateia". Esta última, por definição, nem deve existir.