Segunda-feira, 17.03.08

"Why should we try to maintain something that is actually impossible to maintain, which also causes little bother for others and for a certain group actually signifies much pleasure?"

 

[www.nisnews.nl - 08/03/08]

 

 




Darling, é público o teu apetite pelas pequenas histórias ou anedotas políticas por isso assim que vi este pequeno vídeo, compilando algumas "blagues", contadas por Marc Ferro e Amélie Régamey num debate ("Russie : la démocratie en danger ?") que decorreu numa FNAC há uns meses, lembrei-me logo de ti.



Retomamos as conversas sodomitas com o dr.maybe (já sabem que se quiserem conhecer/rever toda a série podem fazê-lo aqui).

Conversas Sodomitas XI - Porque é que não sou falocrático

(era pra dizer falocêntrico mas o corrector só me dá esta hipótese a que acho alguma piada por rimar com socrático)

Por causa de uma comparaçãozinha inocente e substancialmente influenciada pelo artigo jornalístico que linkei, fui acusado, na caixa de comentários da última crónica, de falocentrismo (ah pois, Shyz, achavas que ia deixar passar isto em branco!).
Quero aqui deixar claro que apesar de ser adorador (no sentido religioso e profano) do falo, não sou falocêntrico. Sou aliás muito mais anuscêntrico e sou ainda pela igualdade do vaginocentrismo!
 
Quero aqui deixar claro que apesar de ser adorador (no sentido religioso e profano) do falo, não sou falocêntrico. Sou aliás muito mais anuscêntrico e sou ainda pela igualdade do vaginocentrismo!
 
Por isso volto a dizer, o viagra foi a grande revolução social do fim do século XX, libertadora de tantos medos e desilusões, apanágio do sexo por simples prazer!
Nunca mais pilas moles! falos erectos e duradoiros, sempre!

Certo de ter deixado os meus argumentos bem explicados e sem dúvidas por esclarecer, volto a frisar aqui o meu não falocentrismo.

dr. maybe

PS: qualquer semelhança do meu raciocínio com o de Paulo Pinto Mascarenhas acerca do papel das senhoras na política é pura coincidência.



             
Eu ia ver um filme com esta mulher nem que fosse sobre a vida e obra do Ribau Esteves.


... de que se falou ontem no Público, a Cláudia Castelo levanta algumas pertinentes questões:

Como arquivista e como historiadora, continuo sem perceber porque é que o legislador decidiu conferir ao arquivista o poder de aceder a dados pessoais, negando-o ao investigador. Não vejo que se possa estabelecer uma hierarquia relativamente à ética profissional de uns e de outros. Além disso, os arquivistas 'expurgadores' não são infalíveis: por vezes, expurgam dados inócuos e deixam passar dados pessoais.(...)