Sexta-feira, 14.03.08

 

Podem ouvir mais por aqui.

Nota explicativa: sim, é um amiguismo, e uma homenagem ao meu presente anfitrião, mas também é porque gosto mesmo disto. Aqui me confesso: eu cá gosto de hip-hop nacional (não esperavam que eu fosse usar aquela expressãozinha horrenda do "hip-hop tuga", pois não? Acresce que neste projecto até a minha filha já ajudou a compor coisas, é uma cena de família.


sinto-me: parva




(clicar na imagem)



Vocês acham isto normal? Eu não. E vejo, com agrado, que neste caso houve o cuidado de precaver já os sectores de comércio mais tradicional (ourivesarias e coisas assim). Não vá ser mais uma daquelas entradas triunfais para saídas envergonhadas. Mas o que interessa é que isto não pode ser assim à vontade do freguês, cada um a fazer o que quiser do seu corpinho, onde raio é que vamos parar?!


sinto-me: proibida


O Portugal dos pequeninos das empresas nacionais., trazido pelo Luís Raínha.


sinto-me: in awe


Propõe o João Pinto e Castro:

"Não vejo qualquer sentido em discutir-se se os professores em concreto são ou não madraços.

Em Portugal, há muita gente que não faz praticamente nada, sem distinção de profissões, sexo, raça ou credo religioso. Tampouco noto grandes diferenças entre sector público e privado ou entre dirigentes e dirigidos."




(Descoberto na caixa de comentários de um post do Terceira Noite)


1.  Manifesta-se seriamente preocupado relativamente ao destino de Mehdi Kazemi;

2.  Solicita a aplicação adequada e integral da Directiva relativa às condições a preencher para pedidos de asilo, que reconhece que a perseguição em virtude da orientação sexual justifica a concessão de asilo, e solicita aos Estados-Membros que considerem o caso e a situação específicos do país de origem, incluindo a legislação e as regulamentações, bem como o modo da sua aplicação;

3.  Considera que a UE e os seus Estados-Membros não podem aplicar a legislação e os procedimentos comunitários e nacionais de modo a provocar a expulsão de pessoas para um país terceiro onde sejam sujeitas a perseguição, tortura e morte, visto que tal constituiria uma violação das obrigações, a nível europeu e internacional, em matéria de direitos humanos;

4.  Insta os Estados-Membros em causa a encontrar uma solução comum para garantir que será concedido asilo ou protecção a Mehdi Kazemi no território da UE e que este não será repatriado para o Irão onde seria executado, garantindo assim o respeito integral do artigo 3.º da CEDH por todas as autoridades europeias e nomeadamente, neste caso, pelo Reino Unido; solicita à Comissão e ao Conselho que cooperem integralmente com os Estados‑Membros relativamente a este caso;

5.  Solicita às instituições da UE e aos Estados-Membros que tomem medidas para evitar situações análogas, futuramente, mediante cooperação e orientações da UE que visem solucionar casos análogos; solicita à Comissão que controle e avalie a aplicação da legislação comunitária em matéria de asilo nos Estados-Membros e, em particular, no que diz respeito à orientação sexual, e que informe o Parlamento Europeu; sublinha o facto de a Comissão ter anunciado, para 2008, alterações ao Regulamento de Dublin e à Directiva relativa às condições a preencher para pedidos de asilo, que irão de encontro às questões levantadas na presente resolução;

6.  Encarrega o seu Presidente de transmitir a presente resolução à Comissão, ao Conselho, aos Estados-Membros, ao Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados e a Mehdi Kazemi.


 

Excerto da Resolução do Parlamento Europeu sobre o caso Mehdi Zazem (via Renas e Veados onde encontram links para a descrição do caso absurdo deste jovem homossexual que pediu asilo no Reino Unido e na Holanda)




(...)Ou alguém acha que em política as mentiras graves são assuntos de pichotas e coninhas?

Pedro Mexia no Estado Civil