Terça-feira, 11.03.08
O Paulo Pinto Mascarenhas insiste e, depois do deplorável (insisto na adjectivação) post de ontem, tenta justificá-lo (só a necessidade de justificação já tem a sua graça) de uma forma que quase se pode qualificar de pueril. Conhecem casos daqueles putos que são chamados à atenção por terem feito asneira? Uma forma muito típica de se desculparem é "Mas o Zezinho também fez o mesmo", imagem que me parece muito apropriada para o post onde invoca (em sua defesa, certo?) a miserável capa do DN de hoje (aliás, sobre esta história e o DN aconselho a leitura do Lutz). Ok, estamos entendidos. Ah! Mas não se pense que o Paulo é caso único nesta forma muito particular de  entender a vida de casal e o conceito de autonomia individual. Está muito bem acompanhado pelo  Francisco Mendes da Silva que escreve um  texto com a espantosa mensagem subliminar:  uma mulher casada com um dirigente socialista não pode ser comunista. Fantástico!



Que bem comportado e silencioso que está tudo por aqui hoje, hein? Toca a acordar!
Dizem-me que o tradicional Festival da Canção decorreu no domingo passado. Não tendo assistido ao grandioso evento não me posso pronunciar sobre os sons que, tenho a certeza, terão primado pela inigualável qualidade. Em vez disso, e com a ajuda prestimosa e inestimável da Jonas, deixo-vos com uma recordação do passado festivaleiro.



Alguém chegou aqui à tasca à procura de "empregos para antropólogos"... diz lá que não é windo, windo?


... o título deste post. O inconsciente prega-nos rasteirinhas fixolas, hein? (quanto ao conteúdo é tão lamentável, especialmente vindo de quem costuma trazer a liberdade individual sempre na boca, que nem me pronuncio).

Adenda Matinal: sobre o mesmo tema leia-se o "da libertação da idiotice" da Fernanda Câncio.