Sexta-feira, 07.03.08
Avelino Ferreira Torres está, neste momento, a ser entrevistado na Sic Notícias. De entre as muitas pérolas que lhe saíram da boca, uma há que merece registo para a posteridade: "se for caluniado justamente aceito" (palavras textuais).

(em stereo)



O clip é bonito...




Bof digo eu, o senhor barbudo já eu honrei antes. E tu pega lá esta (a ver se consegues fazer melhor)


E com esta me retrato em relação ao que estou sempre a dizer dos 80's, grandes merdas já lá andavam.






Jonas, darling, é isto que te espera em breve (assim que eu encontre o diabo do mp3).


"As ondas, mas de longe", da Fernanda Câncio, começa assim "Corria o Verão de 1996. Durante uma semana, não houve telejornal das TVs privadas - nessa época a RTP ainda mantinha um alinhamento menos tablóide nos noticiários - que não arrancasse com crimes de sangue. Era uma ‘onda’. Fizeram-se debates e anúncios inflamados, interpelações e declarações dramáticas. Portugal “deixara” de ser “um país seguro”. Na altura, ouvi sobre o assunto o sociólogo Nelson Lourenço, então na Universidade Nova, que trabalhava muito o tema da violência. “Quanto menos violenta é uma sociedade, mais percepciona a violência e mais reage a ela”, disse o universitário, hoje reitor da Universidade Atlântica. E explicou-se: o Portugal de há 100 anos era muito mais violento que o da actualidade, mas a ressonância dessa violência era muito menor.(...)" e continua muito bem.



Se outras virtudes não tivesse, Joel Serrão marcar-me-à sempre pelo Dicionário, que não se limitou nunca a enfeitar-me as estantes e que já me acompanha desde os meus 15 anos (ou seja, há uma eternidade).



Se bem percebi o Público (pág.13), as reclusas têm um regime diferente dos reclusos no que às visitas íntimas diz respeito. Pela notícia fica subentendido que eles têm direito a essas visitas, estando a companheira em liberdade ou não, ao passo que a uma mulher presa só é autorizada uma visita íntima se o companheiro estiver preso, ou seja, e como se lê no jornal, "As reclusas só delas beneficiam se o seu companheiro estiver detido. É como se só eles tivessem imperativo sexual." Muito curioso indeed...



O Pedro Marques Lopes (foi quem primeiro li a comentar o caso) disse, num post curto, o que há para dizer sobre Nuno Melo e as declarações que fez ontem no Parlamento, "Uma vergonha". Só me apetece, citando o João Pinto e Castro, acrescentar "Ninguém mete na ordem este palhaço?"