Domingo, 13.01.08
Este, para além de nostálgico, é íntimo. 2º ano do Preparatório. Foi isto que me fez, definitiva e claramente, decidir o que queria.


Adenda: um pequeno quiz era inevitável: Alguém se lembra do nome do ursinho que aparece no início do genérico?



Imagens da minha infância. Mais precisamente, do 1º ano do meu Ciclo Preparatório. Alguém se lembra do lindo título (vagamente alentejano) que isto teve por cá?




Íntimo, mesmo.




... quando por lá se encontra o(s) vídeo(s) da entrevista a Terry Jones.


Aquele pasquim folha-de-couve que dá pelo nome de Público continua a marcar pontos no terreno do disparate. Nem sei como é que alguém dá credibilidade àquilo. Só na edição de ontem deparei com dois belos exemplos de delírio jornalístico. Melhor, delírio editorial. O primeiro está aqui em cima e vem na página 9. Coitado do Roberto Carneiro, passou de "ex-ministro" a "pequeno destaque".
Mas isto ainda vá. Gralhas qualquer jornal comete, erros qualquer humano dá. O pior, o choque, the horror, the horror, estava ainda para vir. Surgiu pouco mais à fente, na pág. 2 do P2. Uma bandalheira ridícula, uma falta de gosto sem nome, uma citação parcial de parte de um texto inenarrável. Deveria ser o descrédito e a ruína do jornal, se alguém estivesse acordado quando o lê, se houvesse um pingo de vergonha neste país. Depois verifiquei que o dito texto está on-line, aqui.
Chega. Há limites para tudo. Deixei de ler esta parvalheira de jornal. E aconselho todos a fazer o mesmo.



Não são poucos os que aqui acedem em busca de Ménage à Trois. Está na altura de satisfazer as expectativas desses leitores e aproveito a ocasião para referir que ontem se comemorou o 2º aniversário da reabertura do Maxime.